segunda-feira, 25 de junho de 2007

Eu e o volante...

Bom, após 12 anos estou tentando reaprender a dirigir... a primeira aula foi no sábado retrasado, e embora os 50 minutos tenham transcorrido bem (dentro das minhas limitações), fiquei tão nervosa, tensa e ansiosa que quando coloquei o pé em casa desabei a chorar... é horrível encarar seus medos, lutar com você mesma, superar barreiras até então insuperáveis... enfim, passei a semana toda pensando e me preparando para encarar a 2ª aula, que foi no sábado passado, e pelo menos dessa vez não cheguei em casa chorando (embora ainda me sinta muito tensa com a siutuação). O instrutor me disse que ele já percebeu que eu sei tudo o que eu tenho que fazer, mas o medo me impede. Eu respondi a ele que medo eu tenho é de barata, porque de dirigir eu tenho é pavor!!!!! Mas ele me garantiu que isso vai passar..... então vamos ver.....

Pelo menos 10 motivos...

Hoje vim trabalhar conversando com Deus e refletindo (escutando a música que acabei de comentar no post aí embaixo), e ao ver uma senhora descendo com sua filha na entrada da rua que vai para o hospital de Manilha, certamente para visitar alguém doente, pois as duas estavam muito abatidas, dei Graças ao meu Deus por não ter que começar minha semana em um hospital, seja no leito ou seja pra visitar uma pessoa querida!! E comecei a agradecer por outras coisas, que fazem parte da minha vida de um jeito tão natural que muitas vezes esqueço de agradecer, pois são justamente as coisas mais valiosas... então pensei comigo: nossa, eu tenho pelo menos 10 ótimos motivos pra agradecer muito ao meu Deus... e aí vão eles, sem nenhuma ordem de prioridades, pois todos são muito importantes pra mim:

1 - Eu tenho saúde. Mesmo com uma dorzinha aqui outra lá, um resfriadinho bobo e até mesmo com as crises de enxaqueca, sou uma mulher SAUDÁVEL. Não tenho nenhuma doença grave ou incurável, não dependo de nenhum remédio pra sobreviver, e não dependo de ninguém pra comer, tomar banho, me vestir, e tantas outras atividades no dia a dia que a gente faz sem perceber...

2 - Eu tenho um filho lindo, inteligente, comunicativo, sem nenhuma deficiência física ou mental (não que eu fosse amá-lo menos caso ele tivesse, mas as restrições que ele teria que encarar para a vida em geral são óbvias).

3 - Eu tenho um marido que me apóia, me ama, é meu companheiro pra todas as horas, e uma pessoa em quem eu confio, num mundo em que ninguém confia em ninguém, e no qual os casamentos estão se desfazendo com muita facilidade.

4 - Eu tenho pai e mãe vivos, e mesmo com alguns probleminhas de relacionamento com meu pai, numa hora de necessidade sei que ele não me viraria as costas (mesmo que isso viesse com nota fiscal hehehe), e minha mãe é uma mulher maravilhosa, que está comigo pro que der e vier. E ainda tenho que agradecer porque os dois ainda estão ativos e independentes, enquanto vejo por aí tantos pais que são extremamente dependentes dos filhos, e até mesmo alguns pais que gostam de sugar e cobrar dos filhos o tempo todo. Eu tenho família.

5 - Eu tenho dois irmãos inteligentíssimos, uma psicóloga e um jornalista/publicitário (nem eu sei direito hahaha), os dois batalhando por suas carreiras com unhas e dentes, e que tem um futuro brilhante pela frente, além de serem meus amigos (ainda que sejamos diferentes como os dedos da mesma mão), são meu apoio em tempo integral. E são meu orgulho, também.

6 - Eu tenho um ótimo emprego. Me emociono cada vez que me lembro disso. Pode não ser o emprego que minha mãe (e outras pessoas) sonhou pra mim (afinal, ainda não é de nível superior, né mãe?), mas eu não me atrevo a colocar nenhum defeitinho nele, porque foi um dos maiores presentes que Deus me deu.

7 - Eu tenho plano de saúde. Aliás, não só eu, mas eu, meu marido e meu filho. Porque depender da saúde pública em nosso país é assinar um atestado de óbito num caso mais grave. É caro, muito caro, mas não abro mão da segurança de poder ser atendida com mais qualidade (pelo menos é que se espera).

8 - Eu tenho amigos. A cada ano Deus me presenteia com algumas boas amizades, dessas que a gente leva pela vida afora. Tenho amigos que me amam, que oram por mim e em quem posso confiar. Não sou uma pessoa solitária. Na correria não dá pra ter tanto contato como gostaria, mas se fica muito difícil encarar uma luta, sei exatamente pra quem posso pedir ajuda.

9 - Eu tenho uma casa. Não é exatamente minha (é dos meus pais), mas é o meu lar. É o meu refúgio, meu lugar de paz, de descanso, e tem tudo o que eu preciso lá dentro. Não é a melhor casa do mundo, aliás não é nem a melhor casa da minha rua, mas é o meu canto. E tem até um carro na garagem!!!

10 - Eu tenho sonhos realizados. Hoje em dia é tão comum ver pessoas que nunca conseguem realizar nada na vida, pessoas sem sonhos e sem esperanças também. Pessoas que empurram a vida com a barriga como se viver fosse apenas isso, de 24 em 24 horas até chegar o último dia. Não fazem planos, projetos, não se atrevem a sonhar justamente porque nunca viram nenhum sonho se concretizar em sua vida. Eu não. Realizei alguns sonhos na vida, e ainda tenho muitos a realizar. Não sei se vou realizar todos, mas pelo menos eles existem, e me motivam a perseverar na luta de todo dia.

Pra fechar, eu tenho fé. Fé no meu Deus, meu Deus Fiel, diante de quem posso me curvar pra agradecer todos os dias da minha vida. Pra mim é inconcebível viver sem fé, viver sem Deus. Como não acreditar Nele? Como não buscá-lo, não querer ter um relacionamento com Ele, não querer conhecê-lo de perto? Espero jamais me afastar Daquele que é a razão da minha vida.

Fica a perguntinha pra quem passar por aqui: quantos motivos você tem???

Uma música linda pra começar a semana...

Eu já conheço essa música há mais ou menos 1 ano, mas faz uma semana que estou simplesmente "viciada" nela! Todos os dias venho ouvindo no mp3 a caminho do trabalho, escuto umas 3 vezes, e ela tem realmente tocado muito meu coração... ela é linda demais, é uma daquelas músicas especiais pra gente cantar só pra Deus, e mais ninguém... infelizmente ela não entrou no CD, apenas no DVD do Renascer Praise XII.
Corro a Ti - Renascer Praise (Composição: Marcio Foffu)
Quando vem a solidão
Tão dificil é prosseguir
Eu não vivo do que vejo
Ando pelo o que alcancei em Ti Senhor
Clamo pelo Espírito
Sei que tenho a Ti oh Pai
Socorro bem presente
Eu sei que as Tuas mãos estão sobre mim
Então corro a Ti
Para os Teus braços, Senhor
Corro a Ti
Vou desfrutar da Tua herança de amor
Buscarei Tua face oh Deus
Me encherei do Teu poder
Nenhum deserto me parou
Vou continuar a caminhar
Eu sei que o Senhor sempre tem mais
Então corro a Ti
Para os Teus braços, Senhor
Corro a Ti
Vou desfrutar da Tua herança de amor

sexta-feira, 15 de junho de 2007

A volta da família careta - Lya Luft

Foi tão grande e variado o número de e-mails, telefonemas e abordagens pessoais que recebi depois de escrever que família deveria ser careta, que resolvi voltar ao assunto, para alegria dos que gostaram e náusea dos que não concordaram ou não entenderam (ai da unanimidade, mãe dos medíocres).

Atenção: na minha coluna não usei "careta" como quadrado, estreito, alienado, fiscalizador e moralista, mas humano, aberto, atento, cuidadoso. Obviamente empreguei esse termo de propósito, para enfatizar o que desejava. Houve quem dissesse que minha posição naquele artigo é politicamente conservadora demais. Pensei em responder que minha opinião sobre família nada tem a ver com postura política, eu que me considero um animal apolítico no sentido de partido ou de conceitos superados, como "a esquerda é inteligente e boa, a direita é grossa e arrogante". Mas, na verdade, tudo o que fazemos, até a forma como nos vestimos e moramos, é altamente político, no sentido amplo de interesse no justo e no bom, e coerência com isso.


E assim, sem me pensar de direita ou de esquerda, por ser interessada na minha comunidade, no meu país, no outro em geral, em tudo o que faço e escrevo (também na ficção), mostro que sou pelos desvalidos. Não apenas no sentido econômico, mas emocional e psíquico: os sem auto-estima, sem amor, sem sentido de vida, sem esperança e sem projetos.


O que tem isso a ver com minha idéia de família? Tem a ver, porque é nela que tudo começa, embora não seja restrito a ela. Pois muito se confunde família frouxa (o que significa sem atenção), descuidada (o que significa sem amor), desorganizada (o que significa aflição estéril) com o politicamente correto. Diga-se de passagem que acho o politicamente correto burro e fascista.


Voltando à família: acredito profundamente que ter filho é ser responsável, que educar filho é observar, apoiar, dar colo de mãe e ombro de pai, quando preciso. E é também deixar aquele ser humano crescer e desabrochar. Não solto, não desorientado e desamparado, mas amado com verdade e sensatez. Respeitado e cuidado, num equilíbrio amoroso dessas duas coisas. Vão me perguntar o que é esse equilíbrio, e terei de responder que cada um sabe o que é, ou sabe qual é seu equilíbrio possível. Quem não souber que não tenha filhos.


Também me perguntaram se nunca se justifica revirar gavetas e mexer em bolsos de adolescentes. Eventualmente, quando há suspeita séria de perigos como drogas, a relação familiar pode virar um campo de graves conflitos, e muita coisa antes impensável passa a se justificar. Deixar inteiramente à vontade um filho com problema de drogas é trágica omissão.


Assim como não considero bons pais ou mães os cobradores ou policialescos, também não acho que os do tipo "amiguinho" sejam muito bons pais. Repito: pais que não sabem onde estão seus filhos de 12 ou 14 anos, que nunca se interessaram pelo que acontece nas festinhas (mesmo infantis), que não conhecem nomes de amigos ou da família com quem seus filhos passam fins de semana (não me refiro a nomes importantes, mas a seres humanos confiáveis), que nada sabem de sua vida escolar, estão sendo tragicamente irresponsáveis. Pais que não arranjam tempo para estar com os filhos, para saber deles, para conversar com eles... não tenham filhos. Pois, na hora da angústia, não são os amiguinhos que vão orientá-los e ampará-los, mas o pai e a mãe – se tiverem cacife. O que inclui risco, perplexidade, medo, consciência de não sermos infalíveis nem onipotentes. Perdoem-me os pais que se queixam (são tantos!) de que os filhos são um fardo, de que falta tempo, falta dinheiro, falta paciência e falta entendimento do que se passa – receio que o fardo, o obstáculo e o estorvo a um crescimento saudável dos filhos sejam eles.


Mães que se orgulham de vestir a roupeta da filha adolescente, de freqüentar os mesmos lugares e até de conquistar os colegas delas são patéticas. Pais que se consideram parceiros apenas porque bancam os garotões, idem. Nada melhor do que uma casa onde se escutam risadas e se curte estar junto, onde reina a liberdade possível. Nada pior do que a falta de uma autoridade amorosa e firme.


O tema é controverso, mas o bom senso, meio fora de moda, é mais importante do que livros e revistas com receitas de como criar filho (como agarrar seu homem, como enlouquecer sua amante...). É no velhíssimo instinto, na observação atenta e na escuta interessada que resta a esperança. Se não podemos evitar desgraças – porque não somos deuses –, é possível preparar melhor esses que amamos para enfrentar seus naturais conflitos, fazendo melhores escolhas vida afora.

quarta-feira, 13 de junho de 2007

Sete!

Sete coisas que faço bem: artesanato; conversar; rir; chorar; scrapbooking digital; sobremesas; cantar .
Sete coisas que não sei fazer: dirigir; acreditar em horóscopo (nem em simpatias, duendes, energias e afins); fingir; segurar o choro; rir baixo; bolo de chocolate (faço todo tipo e dá certo, menos esse!); mexer no Excel.
Sete coisas que me atraem no sexo oposto: olhar, cheiro, educação, humor, inteligência, sorriso, maneira de vestir.
Sete coisas que não suporto no sexo oposto: desodorante vencido, palavrão, grosseria, mau-humor, dente podre, cheiro de cigarro, cheiro de bebida.
Sete coisas que digo com frequência: valeu, tá tranquilo, ô chatice!, caraca!, beijo!, vai com Deus, deixa só eu terminar aqui rapidinho (pro marido por causa do vício do PC).
Sete atores/atrizes que eu gosto: Tom Hanks, Nicholas Cage, Jennifer Aninston, Julia Roberts, Will Smith, Meg Ryan, Jack Black.
Sete atores/atrizes que eu detesto: Steven Segal, e todos esses atores da globo que só se dão bem qdo tiram a camisa ou mostram os peitos siliconados.

Sete filmes que eu adoro: Diário de uma paixão, O amor não tira férias, Letra e Música, O Senhor dos Anéis, Hitch, À procura da felicidade, Minha Vida.
Sete filmes que eu detesto: Jogos Mortais, Matrix, qq filme de luta marcial.
Sete livros favoritos: As cinco linguagens do amor, Férias!, Sushi, Agora ou Nunca, Aliviando a bagagem, Pollyanna, O Pequeno Príncipe.
Sete lugares favoritos: Floripa, Arraial do Cabo, Curitiba, Campos do Jordão, Petrópolis, Paraty, Terê.

terça-feira, 12 de junho de 2007

Dia dos Namorados...

Delícia, você é a calda de chocolate do meu sorvete, hahaha!!!!
Te amo!

domingo, 10 de junho de 2007

Fui taggeada!

Tá rolando uma brincadeira pelos blogs que se chama taggear. Eu acabo de ser taggeada pela amiga scrapper Cátia Cunha, e em breve vou postar minhas 7 esquisitices... É que essa brincadeira consiste em escrever 07 coisas no blog, sobre mim mesma, que seus amigos não saibam (a não ser talvez os mais íntimos, e por isso eu prefiro chamar essas coisas de "esquisitices" hehehe) e aí depois tem que taggear mais 07 pessoas. Aguardem...

sábado, 9 de junho de 2007

Fim de Férias...

Ai, ai........ essa foto é ótima, né??? Dá pra se sentir realmente deitado na areia da praia, curtindo o ventinho, o sol da tarde, olhando pra esse mar lindo... quando tirei essa foto dos meus pés foi exatamente isso que eu quis registrar: o descanso de um belo dia de férias...

quinta-feira, 7 de junho de 2007

Elsa & Fred


Acabei de assistir Elsa e Fred (por indicação da minha amiga Malu). É um lindo filme!!!!!!! É argentino. Me lembrei da Cris Boluda Mor, minha amiga de Buenos Aires. Pra quem gosta de filmes tranquilos e românticos (mas tb dei boas risadas, porque a Elsa é uma figuraça!), taí a indicação.

Sinopse: Fred (Manuel Alexandre) é um homem aposentado com mais de 80 anos, que leva uma vida tranquila até descobrir que está doente. O que parecia ser o fim de sua vida muda completamente quando ele conhece Elsa (China Zorrilla), sua vizinha, que também tem em torno de 80 anos. Juntos eles realizam novas experiências, redescobrindo o prazer de viver.

quarta-feira, 6 de junho de 2007

E esta é a Anita!

É uma princesinha!!!!!!! Parabéns, Aninha e Bruno! Que Deus dê sabedoria e paciência pra criar esta florzinha dia após dia... Ela é linda, estou aqui cheia de orgulho!!!! Afinal, considerando que Aninha é minha prima-irmã, ela é minha prima-sobrinha, né? Anita, seja muito bem vinda à nossa família!!! Já te amamos demais!

segunda-feira, 4 de junho de 2007

Falando sobre maternidade - parte II - opinião de uma amiga

Uma amiga do grupo "casadas e enroladas" descreveu a experiência dela de uma maneira que eu achei super interessante, e é bem parecido com meu modo de pensar, pedi a ela pra publicar aqui:

"Experiência própria... depois que o filho da gente nasce, metade das coisas que faziam a gente virar a cara, ter nojo ou achar horríveis passam pela gente e nem percebemos que fazemos tudo aquilo.

Imagina vc, com seu filho de 2 meses e vc precisa sair pra ir no mercado porque não tem ninguém que pode fazer isso por vc. Vc não pode pedir na internet porque seu cartão está zerado... não tem nada pra jantar e vc realmente precisa ir e não tem ninguém pra cuidar do seu filho, até porque vc só dá peito pra ele.

De repente, lá dentro do mercado, seu filho acorda e chora de fome. O que vc faz? Vc pode até responder (e achar do fundo do seu coração que irá fazer) que vai largar tudo lá, voltar pra casa, amamentar e depois voltar.

Duvido.

Vc estará cansada, sem dormir, provavelmente sem tomar banho - coisa que só fará quando alguém chegar na sua casa pra te ajudar - verá a carinha dele...

Vedir um banquinho, amiga... vai colocar a fraldinha de pano por cima do peito e dele e vai dar de mamar lá mesmo, 20 minutinhos em cada peito e, vamos embora com isso... pessoas vão te ajudar, vão puxar assunto e vc verá que é a coisa mais natural do mundo...

Situações vão surgir... aquela coisinha que chora e caga o tempo todo dá um trabalhão... depois que começam a engatinhar, vc vai dizer que sente falta do tempo que ficavam quietinhos no berço, depois que começam a andar... vc quer sumir porque não terá mais sossego pois eles caem, esbarram nas coisas, fora as mãozinha curiosas que mexem em tudo...

Daí, quando tem uns 3 anos a coisa começa a melhorar... vc já consegue dormir um pouco mais. Isso na hipótese de vc ter lembrado de ensinar ele a dormir a noite toda retirando logo a mamada da madrugada, senão... ah! E a fralda...

Daí vc começa a ter nostalgia e pensa num segundo filho...

E começa tudo de novo, mas vc está mais descolada. Tira de letra! Amamenta em qualquer lugar. Retira leite na bomba... só esquentar... limpa cocô com uma desenvoltura ímpar...

Daí vem o terceiro filho... coitado, esse se cria sozinho, vc deixa lamber o chão... morder o gato... nem foto direito do coitado vc vai tirar...

Hehehehehe!

Não é assim???

Fabi RJ
(Fabiana Monteiro)

Falando sobre maternidade...

Não sou a rainha da paciência, e nunca escondi isso do meu filho. Ele sabe até onde eu aguento... está na idade do teste de limites, pra ver quem é que manda.... mas eu tenho conseguido lidar com ele direitinho! E qdo a coisa aperta e o castigo não resolve, uma chineladinha de leve (de leve mesmo, não preciso nem bater de verdade pq ele sabe que eu não vou ficar me roendo de culpa depois) faz milagres!

Essa noite mesmo ele quis aprontar. Cismou q ia dormir na minha cama, eu coloquei na cama dele. Ficou de pirraça até 1 da manhã. No começo eu fui no quarto, deitei na cama com ele, apaguei a luz e ele já estava cochilando qdo eu voltei pra minha cama. Aí daí a pouco ele acendeu a luz de novo, e por aí vai. O pai foi até o quarto, conversou com ele, deixou ele deitadinho de novo. E de novo ele levantou, acendeu a luz e ficava olhando da porta do meu quarto pra ver se a gente ia falar alguma coisa. Nós fingimos que já estávamos dormindo, não demos corda mais pra ele. Só que eu estava com tanto sono que acabei cochilando uns 20 minutos, e qdo dei por mim, ele já estava dormindo de roncar na caminha dele, com a luz apagada, até o cobertor ele puxou pra cima dele...

Fiquei rindo sozinha, como um toquinho desse tem tanto peito pra desafiar os pais, que são praticamente do dobro do tamanho dele, né? hahaha

O amor não tira férias!





Ontem (domingo de chuva e frio) eu e Marquinho assistimos a esse filme, e é simplesmente lindo! Sabe esses filmes que quando terminam deixam um clime leve no ar? Pois esse é um deles. É bem "sessão da tarde", pra distrair a mente sem maiores pretensões. A história fala de 2 mulheres (Cameron Diaz e Kate Winslet) infelizes no amor, que trocam de casa por 10 dias, uma mora na Inglaterra e outra em LA. Vale a pena conferir.

sexta-feira, 1 de junho de 2007

Olha o barrigão da Aninha aí!

Agora só falta a foto da Anita, né? Estou aguardando ansiosamente que o papai ou a mamãe me mandem...

Partidas e Chegadas...

Estou de volta ao lar... a viagem foi tranquila, matei a saudade das tias, primas e primos (nem todos, mas a maioria deu tempo de encontrar). Vi o barrigão da Aninha de perto, e dividi com ela os últimos dias antes do parto, conversamos muito, foi ótimo. Também recebi a notícia do casamento da Laninha (prima Helayne), já marcado para 25 de agosto, conheci o noivo, Elias, e até meti meu bedelho onde não fui chamada (pra variar), mas foi bom poder participar. Estive em Conceição da Barra, no apê da Xanda, o lugar é bem legal, uma pena que a cidade está meio abandonada...
Resumindo, foram 8 dias pra lá e pra cá, a gente não pára um minuto, vai de casa em casa, de lanche em lanche, mas eu AMO minhas tias!!!!!! Elas são divertidas demais, cada uma com suas características, mas todas são amores de pessoa!!!
O que doeu mais foi a saudade da minha vozinha fofinha... tentei evitar ir até a rua onde ela morava, mas numa tarde fui lanchar na casa de uma tia que mora na mesma rua... não deu pra segurar o choro, nesse e em muitos outros momentos, porque tudo ali naquele ambiente, naquele bairro, nas lojinhas onde ela gostava de passear e comprar "coisinhas", TUDO me lembra ela. Veio ao meu coração a lembrança de que a última vez em que havia estado ali naquele lugar foi pra me despedir dela, e agora eu estava ali pra participar da chegada da Anita. Me lembrou a música do Milton (Nascimento), que fala sobre chegadas e partidas, "todos os dias é um vai e vem, a vida se repete na estação"... "são só dois lados da mesma viagem, o trem que chega é o mesmo trem da partida, a hora do encontro é também despedida, a plataforma dessa estação é a vida, desse meu lugar é a vida"...
E no fim das contas, não deu pra conhecer a Anita pessoalmente. Ela nasceu no dia 30 de maio, de manhã, pesando 3050 kg e medindo 51 cm. Mas parece que ela bebeu um pouquinho de líquido amniótico e por isso foi pra UTIN. Ontem estive no Hospital (no mesmo hospital onde minha vó partiu) antes de pegar a estrada de volta, mas só consegui falar com a Aninha... assim que receber notícias e fotos dela eu vou resgistrar aqui. Saí de lá um pouco preocupada com a situação... e sentindo no peito o aperto por imaginar o quanto a Aninha estava ansiosa e angustiada pra ter sua filhinha nos braços... é uma sensação tão ruim... mas logo, logo tudo vai passar, a Anita vai pra casa com a mamãe e o papai, e tudo vai ficar bem!
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