segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Da série "Filmes que valem a pena"...

Dia desses vimos esse filme... confesso que não cheguei a ouvir falar dele nem antes e nem depois de assisti-lo, mas gostei muito... é um daqueles filmes que depois que você assiste você fecha os olhos e agradece muito a Deus por ter filhos saudáveis, sabe? Faz a gente refletir sobre como somos abençoados e nem sempre nos damos conta disso... e por ser baseado numa história real, nos emociona e nos faz acreditar que somos afortunados porque poderia acontecer com qualquer pessoa... pra mim valeu muito a pena! Fica a dica:

Medidas Extraodinárias (Extraordinary Measures)


Ford vive o fictício Dr Robert Stonehill, um cientista mal humorado mas brilhante, que aceita fazer parceria com o executivo John Crowley (Brendan Fraser) na busca de uma cura para a doença genética e fatal que acomete dois de seus filhos. Crowley é verdadeiro, assim como sua história. O Dr. Stonehill, diz Ford, “é uma mistura de vários cientistas e pesquisadores que trabalharam com Crowley ao longo dos anos, e cujos elementos eu usei para compor meu personagem. Era uma grande oportunidade para mim, porque foi por isso que me propus a investir em produção, pela possibilidade de desenvolver personagens para mim, nos quais acredito e com os quais posso trabalhar.”
O Dr. Stonehill de Ford tem de fato muito de seu criador: a bem estudada fachada hostil que esconde um bom coração, a paixão por rock dos anos 1960 e 70, a pescaria como hobby. A principal diferença pode estar nas escolhas automobilísticas: o Dr. Stonehill dirige uma pickup que já viu melhores dias, enquanto Ford chegou para a entrevista num Porsche Carrera creme, reluzente de novo. “Eu queria sobretudo entender profundamente a ciência atrás do tema, a pesquisa genética de verdade, de forma a executar convicentemente as ações e escolhas do personagem. É claro que o tema é importante, porque poucas pessoas sabem o que é o Mal de Pompe. Mas não adiantava ficar fazendo discursos seríssimos porque ninguém ia prestar atenção mesmo. O desafio era achar um modo de dramatizar a questão de forma a torna-la parte de uma narrativa.”

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